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HELLOWEEN BRASIL ENTREVISTA: BRUNO SUTTER


Bruno Sutter, músico, apresentador, humorista e também intérprete do personagem Detonator, anunciou recentemente que está montando um projeto tributo ao Helloween, em especial à áurea fase "Keeper's". O projeto traz músicos das bandas Children Of The Beast, cover oficial da banda Iron Maiden no Brasil e HardStuff que faz cover de grandes clássicos do rock. E a Helloween Brasil entrevistou ele para saber um pouco sobre o tributo. Leia abaixo:

Estrevistador: Rodrigo Lima

- HBR.: Olá Bruno, obrigado por aceitar a entrevista e parabéns pela iniciativa de homenagear o Helloween com a criação de uma banda tributo.

Obrigado! Eu que agradeço a oportunidade!

- HBR.: Você já tem o tributo ao Death e já se apresentou algumas vezes com a Children Of The Beast. O que te motiva a ter agora uma banda tributo do Helloween?

- BRUNO SUTTER.: Sempre fui muito fã do Kiske, desde quando ouvi pela primeira vez o Live In Uk. Fiquei impressionado com o alcance, mas principalmente com o timbre de voz dele e sempre tive o sonho de um dia conseguir executar as músicas das bandas que mais gosto.

- HBR.: A primeira informação que temos é que vocês vão homenagear apenas os dois "Keeper's", mas no vídeo do ensaio divulgado por você, vocês estão ensaiando "How Many Tears" do "Walls Of Jericho". O set-list dos shows pode se estender a outros álbuns da banda?

- BRUNO SUTTER.: Sim. Na verdade o texto disse que iremos abordar principalmente os Keepers. Mas na verdade vamos tocar coisas de outras fases.

- HBR.: Temos chances de ver você cantando músicas dos álbuns com o vocalista Andi Deris?

- BRUNO SUTTER.: Sim. Vamos executar duas do Deris

- HBR.: A intenção do tributo é fazer shows por todo o Brasil ou apenas alguns shows nas principais capitais do país?

- BRUNO SUTTER.: A intenção é fazer somente este por enquanto. Pois não posso me comprometer com os vários projetos humorísticos e musicais que eu levo no momento. Estamos focados nesse show.


- HBR.: Após a divulgação da notícia do tributo alguns dos seus fãs comentaram que é um desperdício você ficar em bandas tributo ou de humor e que deveria entrar em uma ou formar uma banda que faça músicas próprias. Você tem isso como um objetivo?

- BRUNO SUTTER.: Considero o Detonator como o meu projeto de músicas próprias. O novo disco que vem por aí tem autoria, produção e execução minha. Mais autoral que isso não dá (risos). Guardo a minha voz para um projeto sério para o momento oportuno. Acredito que ainda não é agora.

- HBR.: Você poderia falar um pouco dos músicos que também fazem parte do tributo ao Helloween?

- BRUNO SUTTER.: São músicos excelentes que conheci na formação anterior da Children Of The Beast, a qual fizemos alguns shows na ausência de Sérgio Fraga (vocalista original) por motivos profissionais. Em uma dessas viagens falávamos sobre o Helloween e pensamos em fazer um show. A ideia ficou embrionária e dessa vez conseguimos reunir as agendas para esse evento!

Já nosso tecladista tocou com o Soundtrackers (banda que canto atualmente) e é excelente em timbragens e samplers. Todos são exímios músicos e a qualidade das músicas está ficando do nível que uma banda do porte do Helloween merece!

- HBR.: O Helloween vai tocar em duas oportunidades no Brasil este ano. A primeira no Rock In Rio e a segunda em Dezembro, em São Paulo. Pretende assistir algum desses shows?

- BRUNO SUTTER.: Não me animo muito em ver o Helloween sem o Kiske. Apesar de gostar muito dos discos com o Deris, não me motiva a ponto de ver ao vivo. Gostaria mesmo de ver um show do Helloween com o Kiske, mas sei que isso não vai acontecer. Às vezes fico imaginando como seria o Kiske cantando as musicas do Deris (risos).


- HBR.: Bruno, obrigado novamente pela entrevista. Boa sorte e espero ver algum dos shows do tributo. Abro o espaço agora caso você queira deixar alguma mensagem para os fãs do Bruno Sutter, do Detonator e do Helloween.

- BRUNO SUTTER.: Tentem não levar o metal tão a serio. O próprio Helloween é uma banda bem humorada. Essa vida não passa de uma grande palhaçada. Quem a leva a sério é que é o verdadeiro palhaço, ou nesse caso, a abóbora (risos).

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